Hoje minha cabeça está atolada! Atolada? Sim...
São tantas ideias, pensamentos, sonhos que se acumulam. Percebo que não há tanto tempo assim para que tudo seja resolvido e efetivado.
Há momentos em que a minha "cachola", parece necessitar de mais espaço para caber dentro dela tanto, tanto.
Aos poucos, as horas passam e por incrível que pareça tudo vai se ajeitando, e os pingos são colocados no is.
Agora, mais em sintonia procuro, "colocar" o meu olhar em uma praia deserta com as ondas vindo e indo, em uma cadência intimada que só me faz bem.
Não quero agora voltar pra cá, em uma sala solitária sentada em uma cadeira dura e sem conforto... Eu não quero, e daí?
Desço do sonho, e procuro me enquadrar na hora e no momento que fisicamente estou vivendo.
Os pensamentos, os sonhos, as novas idéias ficarão para depois, o trabalho me chama, ruge e eu necessito de concentração e toda energia para poder responder as solicitações apresentadas!
MRBC
Esse blog foi criado para que a vovó Marlene tenha um espaço para expor suas ideias, suas histórias,seus contos e suas poesias. Que tanta criatividade merece ser vista e compartilhada com todos!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Semana Santa
A semana santa passou com o Domingo de Ramos, que representa a entrada de Jesus em Jerusalém. Para quem acredita é a representação de Jesus entrando na vida de cada um de nós.
Por que escolheu um burrinho? Certamente era o meio de transporte que as pessoas simples utilizavam. Naquela época os cavalos eram caríssimos, comparando com hoje os carrões importados que circulam pelas cidades.
Também continuando com a reflexão podemos ser também os burrinhos que entram nos ambientes para falar sobre Jesus. Não um burrinho qualquer, mas sim aquele convertido que sabe onde está e para onde vai!
Nesta semana que passou foi um momento de experenciar e lembrar de tudo que aconteceu há séculos, mas pela veracidade que nos é apresentada até hoje, permanece.
Fico pensando, às vezes, se eu pudesse ter vivido com Jesus, O conhecido, O escutado. Que maravilha!
Mas hoje eu o conheço, aprendo suas lições diariamente e percebo claramente a diferença que Ele faz em minha vida e entre tantas outras.
Que este tempo vem trazer mudanças em mim, dando e doando amor aos que ainda não O conhecem.
MRBC
Por que escolheu um burrinho? Certamente era o meio de transporte que as pessoas simples utilizavam. Naquela época os cavalos eram caríssimos, comparando com hoje os carrões importados que circulam pelas cidades.
Também continuando com a reflexão podemos ser também os burrinhos que entram nos ambientes para falar sobre Jesus. Não um burrinho qualquer, mas sim aquele convertido que sabe onde está e para onde vai!
Nesta semana que passou foi um momento de experenciar e lembrar de tudo que aconteceu há séculos, mas pela veracidade que nos é apresentada até hoje, permanece.
Fico pensando, às vezes, se eu pudesse ter vivido com Jesus, O conhecido, O escutado. Que maravilha!
Mas hoje eu o conheço, aprendo suas lições diariamente e percebo claramente a diferença que Ele faz em minha vida e entre tantas outras.
Que este tempo vem trazer mudanças em mim, dando e doando amor aos que ainda não O conhecem.
MRBC
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Aquela casa da esquina
Espanto inicial, emoção enorme no final! Tudo aconteceu assim tão inesperadamente, que jamais poderia supor que teria uma revelação tão maravilhosa.
Desde criança, para mim aquela casa era mal assombrada. Casa enorme de esquina, estilo bem antigo, para a época; sua construção deveria ter sido belíssima, mas naquele tempo, que me chamou atenção, era velha, as venezianas com tábuas soltas pelas calçadas, o alpendre com ladrilhos gastos, sem brilho, a mobília de madeira esbranquiçada pelo tempo. Era o que meu irmão e eu apreciávamos pelo lado de fora.
Perto da minha casa há umas duas quadras, quando tínhamos meu irmão e eu que passar por ela, íamos pela outra calçada, nossos olhos curiosos e temerosos sempre procurávamos perceber algo diferente. Assim crescemos com aquela mesma impressão.
Hoje, após vinte anos de ausência, já adulta, vivida, tornei a passar por aquela casa. Ela continua lá, com o mesmo aspecto de abandono, velha, mas havia gente morando nela ainda.
Dona Tereza nossa antiga vizinha foi nos visitar. Conversa vai, conversa vem, lembrei que ela morava bem mais próxima daquela casa mal assombrada. Ela conhecia os moradores daquela casa.
- Dona Tereza nos conte alguma coisa sobre os moradores daquela casa que para nós, meu irmão e eu, aquela casa era mal assombrada.
Contei a ela nossos medos, e que sempre que passávamos por ela, íamos para o outro lado da calçada.
Foi então que ela cheia de emoção começou a falar.
- Naquela casa morava a mãe e quatro filhos cegos, disse ela.
Contou-nos ainda que aquela mãe com toda sabedoria, e coragem educou aqueles filhos, se tornaram adultos, ela mesmo os alfabetizou, e com ela morava também uma sobrinha de olhos grandes, tristes, magrinha (me lembrei dela menina como eu, nas missas domingueiras).
O que me deixou perplexa foi a continuação daquela revelação.
Dona Tereza continuou falando:
- Eu toda semana vou até lá levar comunhão para todos. No início, eu achei que eu iria lá para confortar, animar e levar uma palavra. Ledo engano! Ao contrário acontece quando eu vou lá. Aquela mãe me encanta, e me admirei muito quando ela disse que seus filhos são felizes e que são operários. Operários? Sim operários de Nossa Senhora!
Aquela mãe começou ensinando seus filhos a orar e o serviço deles era orar pelas pessoas que passavam por lá e pediam oração.
Meu queixo caiu! Como não conhecemos nada!
Hoje, eles oram o dia todo. Os padres, bispos da diocese vão até lá para pedir orações, como muitas outras pessoas. E tem mais... Uma vez por mês os padres vão até aquela casa celebrar missa para a família e os vizinhos.
Como fiquei naquela cidade só dois dias mais, não pude visitar aquela casa.
Combinei que em outra oportunidade irei até lá, acompanhada pela Dona Tereza.
Como fiquei emocionada ao conhecer e perceber a sabedoria e a firmeza daquela mãe. Ao invés de se desesperar consegui fazer de seus quatro filhos cegos, pessoas dignas, felizes e que tinham uma profissão: operários de Nossa Senhora!
Continuando a revelação, ainda naquele dia nos contou que eles cantam muito e que na hora das refeições, ela coloca uma corda na cintura dela e seus filhos apoiados na corda com as suas mãos, chegam, guiado por ela até a mesa. Ela vai a frente e eles a seguem!
Seguir esta mulher deve ser algo divino, algo tão surpreendente e forte, que muitos de nós deveríamos conhecê-la, usufruir da sua amizade.
Tenho certeza, que quando passar novamente por aquela casa acharei encantadoramente bela, fantástica! Dentro dela, agora sei que habita um ser iluminado, inesquecível, uma mãe memorável.
A ela, hoje singelamente, curvo a minha cabeça e lhe presto esta simples homenagem.
Se no mundo existissem outras mães como ela, tudo se transformaria, o mundo seria melhor e tudo se tornaria novo!
MRBC
Desde criança, para mim aquela casa era mal assombrada. Casa enorme de esquina, estilo bem antigo, para a época; sua construção deveria ter sido belíssima, mas naquele tempo, que me chamou atenção, era velha, as venezianas com tábuas soltas pelas calçadas, o alpendre com ladrilhos gastos, sem brilho, a mobília de madeira esbranquiçada pelo tempo. Era o que meu irmão e eu apreciávamos pelo lado de fora.
Perto da minha casa há umas duas quadras, quando tínhamos meu irmão e eu que passar por ela, íamos pela outra calçada, nossos olhos curiosos e temerosos sempre procurávamos perceber algo diferente. Assim crescemos com aquela mesma impressão.
Hoje, após vinte anos de ausência, já adulta, vivida, tornei a passar por aquela casa. Ela continua lá, com o mesmo aspecto de abandono, velha, mas havia gente morando nela ainda.
Dona Tereza nossa antiga vizinha foi nos visitar. Conversa vai, conversa vem, lembrei que ela morava bem mais próxima daquela casa mal assombrada. Ela conhecia os moradores daquela casa.
- Dona Tereza nos conte alguma coisa sobre os moradores daquela casa que para nós, meu irmão e eu, aquela casa era mal assombrada.
Contei a ela nossos medos, e que sempre que passávamos por ela, íamos para o outro lado da calçada.
Foi então que ela cheia de emoção começou a falar.
- Naquela casa morava a mãe e quatro filhos cegos, disse ela.
Contou-nos ainda que aquela mãe com toda sabedoria, e coragem educou aqueles filhos, se tornaram adultos, ela mesmo os alfabetizou, e com ela morava também uma sobrinha de olhos grandes, tristes, magrinha (me lembrei dela menina como eu, nas missas domingueiras).
O que me deixou perplexa foi a continuação daquela revelação.
Dona Tereza continuou falando:
- Eu toda semana vou até lá levar comunhão para todos. No início, eu achei que eu iria lá para confortar, animar e levar uma palavra. Ledo engano! Ao contrário acontece quando eu vou lá. Aquela mãe me encanta, e me admirei muito quando ela disse que seus filhos são felizes e que são operários. Operários? Sim operários de Nossa Senhora!
Aquela mãe começou ensinando seus filhos a orar e o serviço deles era orar pelas pessoas que passavam por lá e pediam oração.
Meu queixo caiu! Como não conhecemos nada!
Hoje, eles oram o dia todo. Os padres, bispos da diocese vão até lá para pedir orações, como muitas outras pessoas. E tem mais... Uma vez por mês os padres vão até aquela casa celebrar missa para a família e os vizinhos.
Como fiquei naquela cidade só dois dias mais, não pude visitar aquela casa.
Combinei que em outra oportunidade irei até lá, acompanhada pela Dona Tereza.
Como fiquei emocionada ao conhecer e perceber a sabedoria e a firmeza daquela mãe. Ao invés de se desesperar consegui fazer de seus quatro filhos cegos, pessoas dignas, felizes e que tinham uma profissão: operários de Nossa Senhora!
Continuando a revelação, ainda naquele dia nos contou que eles cantam muito e que na hora das refeições, ela coloca uma corda na cintura dela e seus filhos apoiados na corda com as suas mãos, chegam, guiado por ela até a mesa. Ela vai a frente e eles a seguem!
Seguir esta mulher deve ser algo divino, algo tão surpreendente e forte, que muitos de nós deveríamos conhecê-la, usufruir da sua amizade.
Tenho certeza, que quando passar novamente por aquela casa acharei encantadoramente bela, fantástica! Dentro dela, agora sei que habita um ser iluminado, inesquecível, uma mãe memorável.
A ela, hoje singelamente, curvo a minha cabeça e lhe presto esta simples homenagem.
Se no mundo existissem outras mães como ela, tudo se transformaria, o mundo seria melhor e tudo se tornaria novo!
MRBC
terça-feira, 12 de abril de 2011
Depois de uma fugida, estou novamente no meu posto. O dia amanheceu glorioso, o vermelho tingiu o amanhecer, dando um aspecto de festa para esse dia que se iniciou a pouco.
Às vezes, mudamos de ares, mas continuamos as mesmas, as mudanças são tão imponderáveis, que por instantes nos perdemos. Onde estou? Para onde vou? Após estes questionamentos, imediatamente percebemos claramente o que aconteceu e voltamos a ser e estar dentro de nós mesmos. Tudo de fora tem pouca importância!
Cada um carrega dentro de si uma história, aliás, a sua própria história, cheia de detalhes que só para cada um são importantes.
Hoje é dia especial, aniversário da Helena, a nossa “rapa do tacho”, 5 anos são passados, ainda ontem esperávamos ansiosamente a sua vinda. Ela chegou e imediatamente preencheu seu espaço. Danada, arteira, ela com seu sorriso maroto conquista a todos. Já começa a dar seus palpites, e sua conversa parece de uma adulta, mas tem apenas 5 anos. Ah, se eu pudesse antever seu futuro certamente me espantaria com ele.
Ao invés de antever o futuro, quero viver o hoje, e isso é o que interessa. O ontem já passou, e é hoje que quero viver intensamente, trabalhando, fazendo o importante e o urgente. O resto ficará pra depois, bem depois!
MRBC
Às vezes, mudamos de ares, mas continuamos as mesmas, as mudanças são tão imponderáveis, que por instantes nos perdemos. Onde estou? Para onde vou? Após estes questionamentos, imediatamente percebemos claramente o que aconteceu e voltamos a ser e estar dentro de nós mesmos. Tudo de fora tem pouca importância!
Cada um carrega dentro de si uma história, aliás, a sua própria história, cheia de detalhes que só para cada um são importantes.
Hoje é dia especial, aniversário da Helena, a nossa “rapa do tacho”, 5 anos são passados, ainda ontem esperávamos ansiosamente a sua vinda. Ela chegou e imediatamente preencheu seu espaço. Danada, arteira, ela com seu sorriso maroto conquista a todos. Já começa a dar seus palpites, e sua conversa parece de uma adulta, mas tem apenas 5 anos. Ah, se eu pudesse antever seu futuro certamente me espantaria com ele.
Ao invés de antever o futuro, quero viver o hoje, e isso é o que interessa. O ontem já passou, e é hoje que quero viver intensamente, trabalhando, fazendo o importante e o urgente. O resto ficará pra depois, bem depois!
MRBC
Ontem
Passamos um dia, diferente e inusitado! O "dolce far niente" imperou. Chegou uma hora estávamos todos cansados de não fazer nada. Sem dúvida foi diferente. Juntos nos alegramos, nos alimentamos, conversamos e também esperamos.
Com 51 na cachaça, passamos a lembrar de tudo que aconteceu no dia de seu nascimento. Horas e mais horas de espera, e assim no raiar do dia você nasceu, deixando todos nós extasiados com a sua chegada. Parece que foi ontem, só parece, pois isso ocorreu há 51 anos.
Que bom fazer parte de uma família unida e que a todo custo gosta de estar junta, sempre juntando e não poupando esforços para que isso ocorra.
Juntos ficamos mais fortes, separados nos sentiremos fracos, vulneráveis. E assim seguros, atados, o dia passou, deixando a cada um de nós marcas indeléveis desse dia diferente e inusitado que passou.
MRBC
Com 51 na cachaça, passamos a lembrar de tudo que aconteceu no dia de seu nascimento. Horas e mais horas de espera, e assim no raiar do dia você nasceu, deixando todos nós extasiados com a sua chegada. Parece que foi ontem, só parece, pois isso ocorreu há 51 anos.
Que bom fazer parte de uma família unida e que a todo custo gosta de estar junta, sempre juntando e não poupando esforços para que isso ocorra.
Juntos ficamos mais fortes, separados nos sentiremos fracos, vulneráveis. E assim seguros, atados, o dia passou, deixando a cada um de nós marcas indeléveis desse dia diferente e inusitado que passou.
MRBC
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Falar de Amor
Onde andará aquele amor que lhe dedicava? Que caminhos percorre agora? Perpassa por meandros, atalhos e quem sabe se aloja em um canto qualquer.
Por onde? Não sei responder.
O que sei é que ele me ajudou a ser melhor. Tudo perdeu a cor, o sabor, as coisas miúdas desapareceram para que ele a cada dia, resplandecesse mais.
E agora? O que faço? Para onde vou?
Às vezes sinto-me perdida no meio de tantas indagações. Eu quero,eu preciso parar de me perder, para novamente me achar em seus braços e ser feliz. Utopia? Não!
Como aquela nuvem que passeia pelo céu eu vou, eu vou continuar ansiando por esse abraço, ansiando para ser feliz!
MRBC
Por onde? Não sei responder.
O que sei é que ele me ajudou a ser melhor. Tudo perdeu a cor, o sabor, as coisas miúdas desapareceram para que ele a cada dia, resplandecesse mais.
E agora? O que faço? Para onde vou?
Às vezes sinto-me perdida no meio de tantas indagações. Eu quero,eu preciso parar de me perder, para novamente me achar em seus braços e ser feliz. Utopia? Não!
Como aquela nuvem que passeia pelo céu eu vou, eu vou continuar ansiando por esse abraço, ansiando para ser feliz!
MRBC
Hoje a neblima está mais cerrada! Mal dá para ver o caminho, por onde vou percorrer. Tudo desapareceu, que lindo!
Realmente é hora de apreciar este espetáculo tão especial, principalmente nessa cidade que raramente acontece.
Conforme ia percorrendo o meu percurso diário ia vislumbrando os carros, caminhões, e somente pontinhos acesos vermelhos das traseiras dos veículos que trafegavam.
O que esse dia, assim tão lindo e especial quer me dizer? O que?
Respiro fundo e penso... Mesmo não podendo ver diariamente percebo onde estou e para onde vou. Às vezes, em nossa vida há situações assim parecidas, nada se vê, mas sabe-se o que temos por perto.
Eu, como uma pessoa que ama a vida e gosta de escrever, não pude deixar de registrar esse dia assim tão diferente.
Aos poucos, agora o dia clareou, um dia assim com um solzinho ralo, que aquece a minha sala onde escrevo. Que eu possa, sempre, ter olhos pra ver além, bem além.
MRBC
Realmente é hora de apreciar este espetáculo tão especial, principalmente nessa cidade que raramente acontece.
Conforme ia percorrendo o meu percurso diário ia vislumbrando os carros, caminhões, e somente pontinhos acesos vermelhos das traseiras dos veículos que trafegavam.
O que esse dia, assim tão lindo e especial quer me dizer? O que?
Respiro fundo e penso... Mesmo não podendo ver diariamente percebo onde estou e para onde vou. Às vezes, em nossa vida há situações assim parecidas, nada se vê, mas sabe-se o que temos por perto.
Eu, como uma pessoa que ama a vida e gosta de escrever, não pude deixar de registrar esse dia assim tão diferente.
Aos poucos, agora o dia clareou, um dia assim com um solzinho ralo, que aquece a minha sala onde escrevo. Que eu possa, sempre, ter olhos pra ver além, bem além.
MRBC
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Hoje eu não quero ficar pensando em tudo que tenho para fazer. O serviço não acaba nunca! Quero hoje vagabundear, ficar assim, parada, pensando.
Não quero me afligir se os minutos passam. O que irá adiantar?
Segunda-feira é dia de respirar fundo, e ficar atenta ao que irá acontecer.
As surpresas são sempre bem vindas. O que adiantaria se eu esperasse por elas? Bem, não seriam surpresas. Surpresas acontecem assim, num piscar de olhos, e mudam tudo de lugar.
Quantas vezes por preguiça, não queremos nos desinstalar e ficar assim a toa, sem pensar em nada...
A vida só terá sentido, se pudermos pensar sim, em tudo para melhorar as coisas que precisam ser mudadas.
Que as surpresas me tragam alegrias, porque nem sempre isso acontece. Chegam assim de supetão e carregam dentro algo inusitado.
Aguardo assim, calmamente como esse dia parece andar tão devagar...
MRBC
Não quero me afligir se os minutos passam. O que irá adiantar?
Segunda-feira é dia de respirar fundo, e ficar atenta ao que irá acontecer.
As surpresas são sempre bem vindas. O que adiantaria se eu esperasse por elas? Bem, não seriam surpresas. Surpresas acontecem assim, num piscar de olhos, e mudam tudo de lugar.
Quantas vezes por preguiça, não queremos nos desinstalar e ficar assim a toa, sem pensar em nada...
A vida só terá sentido, se pudermos pensar sim, em tudo para melhorar as coisas que precisam ser mudadas.
Que as surpresas me tragam alegrias, porque nem sempre isso acontece. Chegam assim de supetão e carregam dentro algo inusitado.
Aguardo assim, calmamente como esse dia parece andar tão devagar...
MRBC
Assinar:
Postagens (Atom)