FAZENDO ARTE
Vou ensinar coisas bem simples que podem ser rápidas e divertidas para você e suas crianças!
AGENDA
Material necessário:
• refil de páginas internas de agendas (pacote de 10 folhas), veja quantas serão necessárias;
• retalhos de chapas de poliestireno (da Plastitécnica), escolher a cor;
• abraçadeiras de naylon (embalagem com 30 unidades).
Execução:
• passe as abraçadeiras entre os furos dos papéis e das chapas (cortadas no tamanho).
Observação:
• se quiser escolha folhas com abecedário e poderá fazer um índice telefônico, utilizando o mesmo material.
Veja como vai ficar:
Pronto pode aproveitar sua agenda!
MRBC
Esse blog foi criado para que a vovó Marlene tenha um espaço para expor suas ideias, suas histórias,seus contos e suas poesias. Que tanta criatividade merece ser vista e compartilhada com todos!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A Lenda da Flauta do Amor
Um indiozinho jovem e valente estava apaixonado. Não sabia como agir para mostrar para sua amada aquele sentimento tão forte, que o fazia só pensar nela, só nela.
Com seu cavalo alazão preto retinto, percorria os caminhos, fazendo tudo para chamar a atenção de sua amada. No rio da aldeia dava mergulhos inusitados tudo para que ela percebesse que cada dia estava mais apaixonado.
O tempo ia passando e nada acontecia. Certa vez, sentado sob um bambuzal estava refletindo o que poderia fazer para que pudesse alcançar seu objetivo.
De repente ele percebeu um pica pau que estava bicando compassadamente um gomo de um dos bambus. Era tuc, tuc, tuc.. tuc.. tuc... Assim, alheio ao resto, ficou observando aquele pássaro.
Um vento forte veio e o tirou do seu foco e ele começou a ouvir um som diferente que vinha daquele bambu.
Tudo aquilo aconteceu para que ele, com um pedaço de bambu construísse uma flauta. Assim foi feito, e ele apaixonado tocou para sua amada, que dessa vez não lhe pode resistir. Com arpejos suaves enterneceu o coração de sua amada e permaneceram juntos. Os pretendentes indígenas sabendo disso, até hoje tocam a flauta do amor para também obter êxito com suas amadas.
Obs: Na flauta autêntica existe a cabeça de um pássaro de madeira, num dos gomos do bambu preso com fios grossos.
MRBC
Com seu cavalo alazão preto retinto, percorria os caminhos, fazendo tudo para chamar a atenção de sua amada. No rio da aldeia dava mergulhos inusitados tudo para que ela percebesse que cada dia estava mais apaixonado.
O tempo ia passando e nada acontecia. Certa vez, sentado sob um bambuzal estava refletindo o que poderia fazer para que pudesse alcançar seu objetivo.
De repente ele percebeu um pica pau que estava bicando compassadamente um gomo de um dos bambus. Era tuc, tuc, tuc.. tuc.. tuc... Assim, alheio ao resto, ficou observando aquele pássaro.
Um vento forte veio e o tirou do seu foco e ele começou a ouvir um som diferente que vinha daquele bambu.
Tudo aquilo aconteceu para que ele, com um pedaço de bambu construísse uma flauta. Assim foi feito, e ele apaixonado tocou para sua amada, que dessa vez não lhe pode resistir. Com arpejos suaves enterneceu o coração de sua amada e permaneceram juntos. Os pretendentes indígenas sabendo disso, até hoje tocam a flauta do amor para também obter êxito com suas amadas.
Obs: Na flauta autêntica existe a cabeça de um pássaro de madeira, num dos gomos do bambu preso com fios grossos.
MRBC
Chove! Que amanhecer inusitado! Parecia noite com um véu cobrindo tudo. Que Deus maravilhoso é esse, rotina para Ele não existe!
Pelo vidro do meu carro, vi os pingos se alongando até serem podados pelo parabrisa.Quantas podas, nós também temos em nossa vida. Podas tão necessárias para que novos brotos, novas idéias, surjam assim sem esperar.
Quantos correm da chuva, outros abrigados com seus guarda-chuvas observam e cuidadosamente não querem molhar os pés.
Para o homem do campo chuva é ouro, é benção. Para nós, da cidade nem tanto.
Percorrendo as avenidas, percebo as árvores, as plantas limpas, com suas folhas molhadas e de um verde vibrante, banhadas e agradecidas pela chuva que caia mansamente.
Quanto ainda temos para viver, para perceber as diferenças que ocorrem todos os dias a nossa volta. Muitos reclamam e fogem dos pingos sem perceber que são bençãos enviadas a todos; somente os que entendem e abrem seus braços a recebem.
Que forma mais espetacular é essa de nos abençoar. Recebi a benção e agradeço os pingos que teimam escorrer pelas lentes dos meus óculos. Agradecida e enternecida termino estas palavras. Prova Deus, que elas possam tocar aqueles que vivem e convivem comigo.
Com meu olhar embaçado, mas não morto, espero que a cidade também agradeça por essa chuva, que veio dar um toque diferente em tudo.
Os olhos não são apenas para ver, mas sim para enxergar além, bem além!
MRBC
Pelo vidro do meu carro, vi os pingos se alongando até serem podados pelo parabrisa.Quantas podas, nós também temos em nossa vida. Podas tão necessárias para que novos brotos, novas idéias, surjam assim sem esperar.
Quantos correm da chuva, outros abrigados com seus guarda-chuvas observam e cuidadosamente não querem molhar os pés.
Para o homem do campo chuva é ouro, é benção. Para nós, da cidade nem tanto.
Percorrendo as avenidas, percebo as árvores, as plantas limpas, com suas folhas molhadas e de um verde vibrante, banhadas e agradecidas pela chuva que caia mansamente.
Quanto ainda temos para viver, para perceber as diferenças que ocorrem todos os dias a nossa volta. Muitos reclamam e fogem dos pingos sem perceber que são bençãos enviadas a todos; somente os que entendem e abrem seus braços a recebem.
Que forma mais espetacular é essa de nos abençoar. Recebi a benção e agradeço os pingos que teimam escorrer pelas lentes dos meus óculos. Agradecida e enternecida termino estas palavras. Prova Deus, que elas possam tocar aqueles que vivem e convivem comigo.
Com meu olhar embaçado, mas não morto, espero que a cidade também agradeça por essa chuva, que veio dar um toque diferente em tudo.
Os olhos não são apenas para ver, mas sim para enxergar além, bem além!
MRBC
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
O mês de novembro caminha para o seu fim! Parece que o tempo numa frenética pressa, passa, passa, passa sem nos darmos conta.
O fim do ano aí está! os prédios na avenida João Fiusa, já estão iluminados e enfeitados prontos para homenagear a cidade com suas luzes reluzentes, formando desenhos e arabescos fantásticos.
Toda vez que chega esta época do ano, parece que o mundo todo se enternece. Há uma nova esperança pairando em todos os corações.
Que esta sensação de paz, harmonia e esperança possa acompanhar a todos, quando raiar um novo dia, um novo ano. Que possamos mais uma vez desejar a todos que vivem e convivem conosco votos recheados de carinho e também repletos de bons angúrios.
Que pena que os sinos não tocam mais! Antes estavam presentes em nossa vida e anunciam o que estava para acontecer ou comemorar.
Sei que em Belém, os sinos tocam várias vezes. Que nós possamos, por uns intantes, fechar os nossos olhos e ouvir, ouvir apenas os sinos interiores, que anseiam em toar para nos desejar tudo de bom.
Lá em Belém, os sinos tocam blém, blém... Dentro de nós ruidos também anseiam por tocar... blém, blém, blém...
MRBC
O fim do ano aí está! os prédios na avenida João Fiusa, já estão iluminados e enfeitados prontos para homenagear a cidade com suas luzes reluzentes, formando desenhos e arabescos fantásticos.
Toda vez que chega esta época do ano, parece que o mundo todo se enternece. Há uma nova esperança pairando em todos os corações.
Que esta sensação de paz, harmonia e esperança possa acompanhar a todos, quando raiar um novo dia, um novo ano. Que possamos mais uma vez desejar a todos que vivem e convivem conosco votos recheados de carinho e também repletos de bons angúrios.
Que pena que os sinos não tocam mais! Antes estavam presentes em nossa vida e anunciam o que estava para acontecer ou comemorar.
Sei que em Belém, os sinos tocam várias vezes. Que nós possamos, por uns intantes, fechar os nossos olhos e ouvir, ouvir apenas os sinos interiores, que anseiam em toar para nos desejar tudo de bom.
Lá em Belém, os sinos tocam blém, blém... Dentro de nós ruidos também anseiam por tocar... blém, blém, blém...
MRBC
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Após o feriado, aqui no meu trabalho, ouço as crianças alvoroçadas que correm, gritam caracterizando o horário de intervalo. Escola vazia, silenciosa é difícil de se encontrar.
Nesse burburinho, eu tiro um momento para parar, respirar e poder curtir uma música linda italiana "Vida loca".. Seus acordes me fazem viajar pela Itália e estacionar em Florença("Fizerence" noi que sono uriundi). Que delícia, lembrar daquelas ruelas que percorri um dia. O Domo com sua porta gigantesca, quando percebi que a fechadura é de mais ou menos um metro. Na rua asfaltada uma pintora estava reproduzindo com giz pastel um quadro famoso. Parei por momentos ali e fiquei observando a beleza daquela obra, que no dia seguinte poderia ser apagada pela chuva... Fiquei ali quieta, só observando... Que arte era aquela que nos queria mostrar. Porque não escolheu uma tela para poder eternizar o que estava pintando? Assim pensativa, e admirada volto a minha sala... Por momentos, eu viajei, a música terminou...
Uma outra música começou, só que desta vez me faz voltar a trabalhar. Trabalho abençoado que me faz feliz e onde coloco um pedaço de mim. Respiro fundo e lá vou eu...
MRBC
Nesse burburinho, eu tiro um momento para parar, respirar e poder curtir uma música linda italiana "Vida loca".. Seus acordes me fazem viajar pela Itália e estacionar em Florença("Fizerence" noi que sono uriundi). Que delícia, lembrar daquelas ruelas que percorri um dia. O Domo com sua porta gigantesca, quando percebi que a fechadura é de mais ou menos um metro. Na rua asfaltada uma pintora estava reproduzindo com giz pastel um quadro famoso. Parei por momentos ali e fiquei observando a beleza daquela obra, que no dia seguinte poderia ser apagada pela chuva... Fiquei ali quieta, só observando... Que arte era aquela que nos queria mostrar. Porque não escolheu uma tela para poder eternizar o que estava pintando? Assim pensativa, e admirada volto a minha sala... Por momentos, eu viajei, a música terminou...
Uma outra música começou, só que desta vez me faz voltar a trabalhar. Trabalho abençoado que me faz feliz e onde coloco um pedaço de mim. Respiro fundo e lá vou eu...
MRBC
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Estou esperando uma pessoa para entrevista. Aguardo, e como faltam alguns minutos, escrevo. Escrever faz parte da minha vida e eu gosto disso. As palavras fluem livremente sem preocupação de erros ou acertos gramaticais. Esperar é algo que me enfada, mas o que fazer... A vida é cheia de esperas, alias de muitas esperas. No final, tudo vai acontecendo parece que naturalmente, e tudo segue seu ritmo normal.
Hoje, estamos no início do mês de novembro, o mês de outubro voou... Não sei se é por causa da idade, acho que tudo acontece com tanta rapidez que muitas vezes não temos momentos para parar, refletir... Todos têm pressa, e assim apressados estamos deixando os dias escorrerem entre nossos dedos.
Esta espera é um dos momentos que preciso estar atenta para ver além das aparências, bem além. Ouvir, ouvir e muitos não têm esse tempo... A escuta sem dúvida é tão necessária para em minutos o desabafo acontecer...
MRBC
Hoje, estamos no início do mês de novembro, o mês de outubro voou... Não sei se é por causa da idade, acho que tudo acontece com tanta rapidez que muitas vezes não temos momentos para parar, refletir... Todos têm pressa, e assim apressados estamos deixando os dias escorrerem entre nossos dedos.
Esta espera é um dos momentos que preciso estar atenta para ver além das aparências, bem além. Ouvir, ouvir e muitos não têm esse tempo... A escuta sem dúvida é tão necessária para em minutos o desabafo acontecer...
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