Meu ofício de "escrevente" voltou a se estabelecer na minha vida, no meu trabalho.
Escrever além de ser um prazer, dá oportunidade de me expressar de uma forma concreta não oralizada.
Tarde morna de inverno, quando a preguiça nos pega desprevinidos, dando uma mornidão desconcertante e também a vontade de fazer nada.
Fazer nada, não é possível. Os neuronios estão em plena conexão e assim não escrever parece que estou travada. Preciso me desinstalar e começar a comparecer em lugares nunca vivenciados, para poder apreciar e relatar o que ele me retrata, o que é interessante como também os meus sentimentos que precisam desabrochar.
A caneta, às vezes, titubeia por falta de treinamento, deixando a letra sem forma.
Escrevo por que gosto, escrevo por que preciso, escrevo por um prazer que nada se compara.
Meus dedos presos a caneta fazem o seu papel, deixando que as letras, as palavras povoam os espaços vazios e brancos.
Cada dia mais que passa, os anos vão transcorrendo e a idade vai avançando, sem darmos pela coisa.
Escrevo por que quero é como o meu respirar meu transpirar por isso escrevo...
MRBC
Dá-lhe Marla, está mais do que certa. Desejamos muita inspiração e transpiração nessa ebulição de idéias e sentimentos. Bjs Ernesto e Bel
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