Ao som de uma música linda e suave faz meu coração se aquietar num momento anterior de muita ocupação. Que maravilha é parar, ouvir e se deliciar com a música que alguém desconhecido a compôs, com quanta maestria que nos deixa embriagados de algo bom, puro!
Que esses momentos possam se repetir muitas vezes na nossa vida. Nem sempre a pressa é a mais indicada.
Respirando fundo para que o ar possa preencher meus pulmões, olho a minha volta e reconheço o meu lugar, onde trabalho e me coloco di-ante de muitos, que esperam o que estou produzindo.
Viver ativamente na minha idade é ótimo, mas preciso às vezes, pa-rar, ver, enxergar para depois calmamente continuar.
Quero viver, sem pressa, isso é possível? Tenho procurado me lem-brar sempre disso: Para que a pressa?
Essa frase li esses dias num para-choque de um caminhão. Dei mui-ta risada, de mim mesmo, que afoita queria chegar logo em casa. Ah! Ah!
– Para que a pressa?
MRBC
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